Benvindos ao Blog Viajar, rezar, amar

Queridos leitores amigos,

Nossas aventuras em um veículo de recreação (motor-casa) começaram em julho de 2006, nos apaixonamos por este estilo de viagem. Já mudamos de equipamento várias vezes, as filhas cresceram e já não acompanham nossas viagens.

O tempo passou, mas a nossa vontade de viajar não é passageira.

Atualmente viajamos em uma Mercedes Sprinter 416 transformada em motor-casa (camper van).

Se quiserem ver fotos do nosso primeiro equipamento é só dar uma olhada no link do nosso primeiro blog:

http://patagoniademotorhome.nafoto.net (fotoblog)

http://patagoniademotorhome.zip.net (blog que descreve nossa viagem à patagonia argentina).

Na paz e no amor...na liberdade!


Saudações Estradeiras!






terça-feira, 5 de março de 2013

Morro do Pai Inácio - Chapada da Diamantina (BA)



Saindo de Brasília, com destino a Maceió, passamos pela Chapada da Diamantina (BA). Já é a segunda vez por lá e sempre é bom parar para observar a natureza. Na primeira vez que estivemos em Lençóis e Mucugê, eu estava com o pé machucado e não pude subir no Morro do Pai Inácio. Desta vez, não perdi a chance de me aventurar até o topo desse morro com 1.120 metros de altitude e 250 metros de altura, onde se tem a visão mais completa e bonita da Chapada.

Sua flora, composta por bromélias, orquídeas, cactos e musgos, encontra os lugares mais improváveis para se desenvolver, como as fissuras das rochas.

Vista da BR-242 e do restaurante, onde deixamos o motorhome estacionado e sguimos de carro até uma trilha.


Localizado no município de Palmeiras, o morro do Pai Inácio fica ao lado da BR-242. A melhor opção é seguir de carro por um acesso asfaltado até uma torre de telefonia. De lá, segue-se a pé por um trilha bem marcada por mais 20 minutos. A trilha é tranquila e não oferece grandes dificuldades. Só não esqueça de passar protetor solar e levar uma garrafa d'água para hidratar.



Eu e o Luiz adoramos esse tipo de aventura e aproveitamos para fazê-las enquanto ainda temos força nas pernas para a subida. Essa subida é tranquila, mas mesmo assim é preciso certo condicionamento físico.


A vista é maravilhosa e faz todo o esforço valer a pena.





O nome do morro, diz a lenda, refere-se a um feito heróico de Pai Inácio, escravo que namorava às escondidas com a filha do coronel Horácio de Matos. Perseguido pelos capangas do coronel, Pai Inácio teria subido o morro e, sem ter para onde fugir, pulado com um guarda-chuvas aberto. Segundo a tradição popular, o escravo conseguiu sobreviver e escapar pelo vale.



A felicidade de poder estar em um lugar como este é algo difícil de explicar, é preciso sentir. Naquele momento, tivemos vontade de dar as mãos e olhar para o infinito e para o sol, em agradecimento por aquele momento único em nossas vidas!